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Associação Nacional de Pós-graduandos lança campanha em defesa da Ciência

Segundo a ANPG, governo Bolsonaro ofereceu à ciência o menor investimento dos últimos 20 anos.

A Associação Nacional de Pós-graduandos lançou, na última sexta-feira, a campanha S.O.S ciência, que tenta reverter os cortes do MEC e MCTIC e garantir mais verbas para ciência em 2020. A entidade vai coletar assinaturas e encaminhar ao Governo Federal e ao Congresso para negociar maior investimento na área para o orçamento do ano que vem. É possível assinar a petição aqui.

Além de reverter os cortes de bolsas realizado pela CAPES, a ANPG quer que os parlamentares garantam recursos no orçamento para o reajuste das bolsas de mestrado e pós-graduação, defasadas desde 2013. Os valores de hoje são R$ 1500 para mestrado e R$ 2200 para doutorado. Segundo a entidade, com correção inflacionária, esses valores iriam para R$ 2063 e R$ 3026, respectivamente. Vale lembrar que pesquisadores bolsistas são obrigados a manter dedicação exclusiva e não podem ter qualquer vínculo empregatício.

Outro ponto defendido pela Associação é a situação particular dos pesquisadores no que diz respeito à aposentadoria. A ANPG afirma que pós-graduandos em média, levam 6 anos a mais para ingressar no mercado de trabalho formal por causa das pesquisas; isso impacta em menor tempo de contribuição e, consequentemente, mais dificuldade para obter os direitos previdenciários. A associação defende, portanto, que o tempo de estudo seja contado para fins do INSS, como acontece com os jovens que ingressam nas Forças Armadas, por exemplo, ou que seja criada uma alíquota de contribuição diferenciada e simplificada para que pós-graduandos possam contribuir e serem assistidos pelos mesmos direitos.

Por último, a nota ressalta que ciência e tecnologia precisam ser ligadas à políticas de Estado, com fontes de financiamento asseguradas e previsíveis. A entidade propõe a destinação de parte dos recursos do fundo social do pré-sal para a ciência e tecnologia. Esse projeto já tramita na Câmara e no Senado, e com prioridade política podem ser votados mais rápido.

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23.julho | 2019


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